Os alunos do 7.º E, o Francês e a Educação Visual deram as mãos para mostrar que aprender também é uma atividade divertida. Na disciplina de Francês, através da construção de diálogos sobre o primeiro dia de aulas de uma aluna nova na escola, o objetivo principal foi proporcionar aos alunos uma aprendizagem mais formativa, autónoma e inclusiva, aperfeiçoando os domínios da produção oral e escrita, a nível do vocabulário, de determinadas estruturas linguísticas, bem como da pronúncia. Na disciplina de Educação Visual, através da elaboração de bandas desenhadas ilustrativas dos diálogos em francês, os objetivos principais foram compreender a importância da inter-relação dos saberes da comunicação visual (espaço, volume, cor, luz, forma, movimento, estrutura, ritmo, entre outros) nos processos de fruição dos universos culturais; relacionar o modo como os processos de criação interferem na(s) intencionalidade(s) dos objetos artísticos. De todos estes aspetos teóricos, resultaram bandas desenhadas coloridas e bem estruturadas, que retratam na perfeição os diálogos em francês. Venham visitar a nossa exposição na Biblioteca Escolar, ler os nossos textos, ouvir os nossos áudios. Ou então, cliquem no link abaixo e visitem a nossa exposição virtual.
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sexta-feira, 9 de junho de 2023
quarta-feira, 7 de junho de 2023
quinta-feira, 1 de junho de 2023
terça-feira, 16 de maio de 2023
quarta-feira, 26 de abril de 2023
UM POEMA POR DIA, NÃO SABE O BEM QUE LHE FAZIA!
RUAS DE LISBOA
Ruas da minha cidade
veias que o meu sangue abraça
e põe cravos de ansiedade
na lapela de quem passa.
Ruas da minha cidade
onde perco o coração.
Poema diz a verdade!
Diz a verdade canção!
Ruas da minha cidade
amanhecendo a firmeza
duma ponte entre a saudade
e um Abril à portuguesa.
Ruas da minha cidade
onde vingo as minhas asas.
O meu nome é liberdade
e moro em todas as casas.
Ruas da minha cidade
praças da minha alegria
onde antes da claridade
era noite todo o dia.
Ruas da minha cidade
onde o velho é sempre novo:
as ruas não têm idade
porque são todas do povo.
Ruas da minha cidade
becos de ganga puída.
Oficinas da verdade
dos operários desta vida.
Ruas da minha cidade
janelas do meu olhar
onde os pardais da amizade
à tarde vêm poisar.
Ruas da minha cidade
rasgadas por minha mão.
A gente passa à vontade
quando pisa o nosso chão.
Ruas da minha cidade
Aonde eu quero morrer
Com cravos de eternidade
Dos meus olhos a nascer.
Joaquim Pessoa
segunda-feira, 3 de abril de 2023
SEMANA DA LEITURA
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